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Notícias Edital Mais Inovação Brasil abre R$ 150 milhões para projetos de economia circular em 2026
Edital Mais Inovação Brasil abre R$ 150 milhões para projetos de economia circular em 2026
Inovação e Tecnologia Economia Circular Sucata e Reciclagem Logística Reversa

Edital Mais Inovação Brasil abre R$ 150 milhões para projetos de economia circular em 2026

Chamada da Finep e do MCTI pode financiar projetos de inovação em reciclagem, rastreabilidade, logística reversa, materiais sustentáveis e digitalização, mas exige empresa elegível, contrapartida e parceria obrigatória com ICT.

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Leandro Rodrigues (Sucatas.com)

Publicado em 28 de abril de 2026 Atualizado em 28/04/2026
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O governo federal mantém aberta em 2026 uma seleção pública que pode interessar diretamente a empresas ligadas à reciclagem, logística reversa, rastreabilidade, materiais sustentáveis, digitalização industrial e soluções ambientais.

A chamada Finep Mais Inovação Brasil — Rodada 2 — Economia Circular e Cidades Sustentáveis disponibiliza R$ 150 milhões em recursos não reembolsáveis, por meio de subvenção econômica, para projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, segundo publicação oficial no Gov.br sobre a iniciativa do MCTI e da Finep. A mesma publicação informa que podem participar empresas brasileiras de todos os portes, desde que apresentem propostas de PD&I e contem com participação obrigatória de ICTs.

Na prática, isso significa que o edital pode apoiar empresas que tenham capacidade de estruturar projetos de inovação em áreas como economia circular, reciclagem, reuso, rastreabilidade, logística reversa, saneamento, materiais sustentáveis e construção sustentável.

Mas há um ponto importante: o edital não deve ser interpretado como “dinheiro fácil” nem como oportunidade aberta diretamente para qualquer ator do setor. A chamada exige empresa elegível, contrapartida financeira, projeto com risco tecnológico, enquadramento técnico e participação formal de Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação, a ICT.

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O que aconteceu

A chamada ganhou destaque em publicação oficial no Gov.br em 2 de abril de 2026, com foco em tecnologias voltadas à economia circular, cidades sustentáveis, construção sustentável, digitalização e BIM. Segundo a publicação, o prazo para envio das propostas vai até 31 de agosto de 2026.

Ao mesmo tempo, a oportunidade já aparecia em divulgação anterior do MDIC, publicada em 20 de fevereiro de 2026, informando que o período de inscrições começaria em 22 de fevereiro e que a chamada teria R$ 150 milhões em recursos não reembolsáveis para projetos sustentáveis desenvolvidos em parceria com ICTs.

Esse cuidado de data é importante. Para o leitor do Sucatas.com, o mais correto é entender que a chamada já estava em circulação desde fevereiro, com documentos técnicos da Finep datados de fevereiro e março, e recebeu nova divulgação pública em abril. Ou seja: abril foi um momento de forte destaque institucional da oportunidade, não necessariamente o único marco de abertura formal.

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O que o edital financia

Segundo o Anexo 1 da seleção pública da Finep, a chamada tem como objetivo conceder recursos de subvenção econômica para o desenvolvimento de produtos ou processos inovadores dentro das linhas temáticas previstas no edital. O documento também informa que os projetos devem envolver atividades compreendidas, em geral, entre os níveis de maturidade tecnológica TRL 3 a TRL 7, com possibilidade de TRL 8 em casos específicos da linha de Água e Esgoto.

A seleção contempla quatro linhas temáticas principais:

  • Economia Circular

  • Química Renovável

  • Água e Esgoto

  • Moradia e Espaços Públicos Sustentáveis

Para o universo do Sucatas.com, a linha mais diretamente ligada ao setor é Economia Circular.

De acordo com o Anexo 1, essa linha apoia soluções tecnológicas voltadas à transição para a economia circular, incluindo estratégias de adição de valor, retenção de valor e recuperação de valor. O texto cita temas como design circular, reuso, reparo, recomercialização, rastreabilidade, monitoramento, recondicionamento, remanufatura, logística reversa, pré-processamento, caracterização de materiais, recuperação e gestão de resíduos como recursos, tecnologias da informação e comunicação para ciclos reversos e reciclagem.

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Também existe uma conexão indireta com a construção sustentável. A linha de Moradia e Espaços Públicos Sustentáveis inclui desenvolvimento de novos materiais, processos construtivos industrializados, sistemas construtivos inteligentes, materiais e processos sustentáveis, eficiência energética e softwares nacionais baseados em BIM, segundo o Anexo 1 da Finep.

Isso pode interessar a empresas que trabalham com materiais reciclados aplicados à construção civil, soluções de reaproveitamento, componentes sustentáveis, digitalização de obras, rastreabilidade de materiais e integração entre resíduos, indústria e construção.

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Quanto dinheiro está disponível

O valor total da chamada é de R$ 150 milhões.

Segundo o Anexo 1 da Finep, do total disponível, há destinação mínima de R$ 45 milhões para projetos cujas principais atividades de execução ocorram nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste. A apresentação oficial da chamada também resume a divisão em R$ 105 milhões para ampla concorrência e R$ 45 milhões para Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Por projeto, o valor solicitado à Finep/FNDCT deve respeitar os seguintes limites:

  • Arranjo simples: de R$ 5 milhões a R$ 20 milhões.

  • Arranjo em rede: de R$ 5 milhões a R$ 30 milhões.

Esses limites constam no Anexo 1 da seleção pública. O mesmo documento informa que as liberações dos recursos de subvenção serão anuais.

O prazo de execução físico-financeira do projeto pode ser de até 36 meses, prorrogável justificadamente a critério da Finep, conforme o Anexo 1.

Outro ponto relevante é que a chamada opera em fluxo contínuo. A apresentação oficial da Finep informa que a submissão vai até 31 de agosto de 2026, às 18h, no horário de Brasília, mas também ressalva que, no caso de aprovação de projetos que consumam a totalidade dos recursos previstos, a avaliação das propostas poderá ser interrompida.

Em termos práticos, empresas interessadas não devem tratar o prazo final como garantia de disponibilidade de recursos até o último dia.

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Quem pode participar de fato

A chamada é voltada para empresas brasileiras.

Segundo o FAQ oficial da Finep, são elegíveis para receber recursos de subvenção econômica à inovação as empresas brasileiras definidas como pessoas jurídicas com sede no território nacional, que exerçam atividade econômica organizada para produção ou circulação de bens ou serviços com intuito lucrativo.

Além disso, o FAQ informa condições operacionais importantes, como registro formal até 31 de dezembro do ano anterior à submissão, atividade operacional nos 12 meses anteriores à apresentação do projeto, objeto social compatível com as atividades do grupo de concorrência escolhido e capacidade financeira para aportar contrapartida.

Aqui está um dos pontos mais importantes para evitar leitura errada no setor: MEIs, cooperativas, associações e fundações não são elegíveis como beneficiários diretos dessa chamada específica, conforme o FAQ oficial da seleção. O documento afirma que não são elegíveis à subvenção econômica em fluxo contínuo as pessoas jurídicas sem finalidade lucrativa — como associação, fundação e cooperativa —, além de empresário individual e microempreendedor individual.

Isso não significa que cooperativas, catadores e trabalhadores populares não possam ser impactados indiretamente por tecnologias desenvolvidas no futuro. Mas, nesta chamada específica, a submissão direta é direcionada a empresas elegíveis.

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Participação de ICT é obrigatória

A chamada também exige participação de ICTs.

Segundo a publicação oficial no Gov.br, a chamada exige a participação de Instituições Científicas e Tecnológicas, que atuarão como prestadoras de serviços de consultoria nos projetos.

O Anexo 1 detalha dois modelos de arranjo:

  • Arranjo simples: empresa brasileira proponente com participação de, no mínimo, uma ICT.

  • Arranjo em rede: empresa proponente, pelo menos duas empresas brasileiras coexecutoras e pelo menos uma ICT.

No arranjo em rede, pelo menos 5% do valor total do projeto deve ser destinado a ICTs, conforme o Anexo 1 da Finep.

Para empresas do setor de reciclagem, isso muda bastante a forma de pensar a oportunidade. Não basta ter uma ideia ou uma necessidade operacional. É preciso transformar essa necessidade em projeto de inovação, com escopo, cronograma, orçamento, equipe, parceria técnica e aderência às linhas do edital.

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O que é subvenção econômica

A subvenção econômica é uma modalidade de apoio público em que os recursos são concedidos para atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação sem necessidade de retorno financeiro ao órgão concedente, segundo as Condições Operacionais 2026 da Finep.

Mas isso não significa ausência de compromisso.

As Condições Operacionais da Finep explicam que há compartilhamento dos riscos do projeto entre Estado e empresas, uma vez que as empresas devem apresentar contrapartida. O mesmo documento informa que a concessão de subvenção econômica à inovação é operada pela Finep por meio de chamamento público.

No caso desta chamada, o Anexo 1 estabelece percentuais mínimos de contrapartida financeira conforme porte da empresa e tipo de arranjo. Para microempresa e empresa de pequeno porte com receita operacional bruta inferior a R$ 4,8 milhões, a contrapartida mínima é de 5% no arranjo simples. Para pequenas empresas entre R$ 4,8 milhões e R$ 16 milhões, o mínimo é 10%. Para médias e grandes empresas, os percentuais sobem e podem chegar a 50% no arranjo simples e 25% no arranjo em rede para grandes empresas.

Portanto, a leitura correta é: trata-se de recurso não reembolsável, mas não de recurso sem exigências. A empresa precisa ter capacidade financeira, projeto consistente e condições reais de execução.

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O que a chamada sinaliza para o mercado

A chamada está inserida em um contexto maior de política industrial.

Segundo o Ministério da Fazenda, a Nova Indústria Brasil é a política industrial lançada pelo governo federal em janeiro de 2024, com objetivo de impulsionar o desenvolvimento da indústria nacional até 2033. A página oficial informa previsão de R$ 300 bilhões até 2026, distribuídos em financiamentos, recursos não reembolsáveis e participações acionárias, administrados por BNDES, Finep e Embrapii.

A chamada também faz parte de um pacote mais amplo anunciado pelo governo em fevereiro de 2026. Segundo a Secom, foram anunciados 13 editais de subvenção econômica, somando cerca de R$ 3,3 bilhões, para projetos alinhados à Nova Indústria Brasil, incluindo economia circular e cidades sustentáveis.

No eixo de economia circular, a chamada conversa com a Estratégia Nacional de Economia Circular, a ENEC. De acordo com o MDIC, o Decreto nº 12.082, de 27 de junho de 2024, instituiu a estratégia com a finalidade de promover a transição do modelo linear para uma economia circular, incentivando o uso eficiente de recursos naturais e práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva.

Já no eixo de construção e digitalização, a chamada se conecta à Estratégia BIM BR. Segundo o MDIC, o Decreto nº 11.888, de 22 de janeiro de 2024, instituiu a estratégia para promover a transformação na indústria da construção; a página oficial explica que o BIM permite criar, utilizar, atualizar e compartilhar modelos digitais de construção, apoiando análises, simulações, operação e manutenção ao longo do ciclo de vida do empreendimento.

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Onde está a oportunidade real para reciclagem e logística reversa

Para o setor de sucatas e reciclagem, o ponto central não é apenas o volume de R$ 150 milhões. A principal leitura é que temas como rastreabilidade, digitalização, logística reversa, caracterização de materiais, pré-processamento, remanufatura e reciclagem aparecem dentro do escopo oficial da linha de Economia Circular.

Isso abre espaço para projetos empresariais ligados a dores reais do setor, como:

  • classificação mais precisa de materiais;

  • rastreamento de origem e destino;

  • controle de qualidade de resíduos;

  • integração de dados na logística reversa;

  • tecnologias para triagem e pré-processamento;

  • recuperação de valor de materiais;

  • novos modelos de reuso e recomercialização;

  • digitalização de fluxos reversos;

  • soluções para reduzir perda de valor na cadeia.

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Ao mesmo tempo, é preciso manter prudência. As fontes oficiais consultadas tratam de fomento à inovação, desenvolvimento tecnológico e projetos de PD&I. Não há base nas fontes oficiais desta chamada para afirmar impacto imediato em preço de sucata, margem comercial, volume negociado ou faturamento de empresas do setor.

O efeito direto de curto prazo é a abertura de uma janela de financiamento para empresas capazes de estruturar projetos inovadores. Qualquer impacto econômico mais amplo dependerá da aprovação, contratação, execução e aplicação prática dos projetos.

O que isso muda na prática para o setor?

  • Compradores

Empresas compradoras que dependem de melhor padronização, rastreabilidade e caracterização de materiais podem acompanhar projetos voltados a reduzir incerteza técnica na cadeia. O edital cita rastreabilidade, caracterização, pré-processamento e TICs para ciclos reversos, temas que podem melhorar a qualidade da informação sobre materiais recicláveis.

  • Vendedores

Empresas vendedoras mais estruturadas podem enxergar oportunidade em projetos de classificação, monitoramento, agregação de valor e organização de materiais. Já vendedores informais, autônomos e MEIs não devem interpretar a chamada como porta direta de entrada para submissão.

  • Recicladores

Recicladores com CNPJ compatível, capacidade financeira e projeto de inovação podem ser um dos públicos mais próximos da chamada, especialmente em temas como reciclagem, logística reversa, remanufatura, pré-processamento e recuperação de resíduos como recursos.

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  • Cooperativas e catadores

Cooperativas, associações e MEIs não aparecem como elegíveis diretos no FAQ da seleção. Para esse público, o efeito mais provável é indireto: acesso futuro a tecnologias, sistemas ou soluções desenvolvidas por empresas aprovadas, desde que essas soluções cheguem à ponta da cadeia.

  • Transportadores

Operações de coleta e transporte ligadas à logística reversa podem ser impactadas no médio prazo por projetos de rastreabilidade, integração de dados, monitoramento e digitalização dos ciclos reversos.

  • Indústrias

As indústrias são um dos públicos mais diretamente alinhados ao edital, principalmente quando têm capacidade de desenvolver produtos, processos, materiais, sistemas ou tecnologias com inovação verificável e risco tecnológico.

  • Prestadores de serviço

Prestadores técnicos estruturados como empresa podem encontrar oportunidades em software, automação, consultoria tecnológica, sensores, equipamentos, rastreabilidade, gestão de dados, caracterização de materiais e soluções ambientais.

  • Anunciantes do setor

Para anunciantes do setor, o efeito tende a ser indireto. A chamada pode estimular demanda futura por equipamentos, sensores, serviços técnicos, softwares, consultorias, caracterização de materiais e soluções industriais, mas não há indicação oficial de efeito imediato sobre anúncios, preços ou negociações.

  • Um cuidado importante sobre cooperativas

Existe um contexto institucional mais amplo de aproximação entre Finep e cooperativas em temas de inovação. No entanto, isso não altera automaticamente as regras desta chamada específica.

Nesta seleção pública de subvenção econômica em fluxo contínuo, o FAQ da Finep é claro ao excluir cooperativas, associações, fundações, empresário individual e MEI como beneficiários diretos.

Por isso, a leitura editorial mais segura é: cooperativas e catadores podem ser beneficiados indiretamente por soluções futuras, mas não devem ser apresentados como proponentes diretos desta chamada sem outra fonte específica que sustente essa possibilidade.

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Próximo passo para empresas interessadas

Empresas interessadas devem começar por uma checagem objetiva:

  • a empresa é elegível?

  • o objeto social é compatível?

  • há atividade operacional comprovável?

  • existe capacidade financeira para contrapartida?

  • a ideia tem inovação e risco tecnológico?

  • há ICT parceira ou possibilidade real de parceria?

  • o projeto se encaixa em uma das linhas temáticas?

  • o valor solicitado respeita os limites do edital?

  • a execução pode ocorrer dentro do prazo previsto?

Antes de buscar fornecedor ou parceiro, o caminho mais seguro é entender se a empresa realmente se enquadra. Depois disso, a etapa seguinte é transformar a oportunidade em projeto técnico, com escopo, orçamento, cronograma, equipe, indicadores e justificativa de inovação.

No ecossistema do Sucatas.com, essa pauta também se conecta a conteúdos sobre economia circular, logística reversa, rastreabilidade, inovação no setor, fornecedores técnicos, equipamentos, serviços ambientais e oportunidades de negócio. Para quem atua no setor, acompanhar notícias, materiais didáticos, Guia Sucatas.com, Classificados Sucatas.com e Tabela de Preços Sucatas.com ajuda a entender melhor o mercado antes de tomar decisões.

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Fechamento

O edital Mais Inovação Brasil — Rodada 2 — Economia Circular e Cidades Sustentáveis não muda sozinho a realidade da reciclagem no Brasil. Mas ele mostra que temas como circularidade, rastreabilidade, digitalização, logística reversa e materiais sustentáveis estão ganhando espaço mais claro dentro da política industrial brasileira.

Para empresas estruturadas, a oportunidade é concreta. Para o restante do setor, a leitura mais útil é entender o movimento: inovação, dados, rastreabilidade e organização técnica tendem a ganhar importância na cadeia de reciclagem.

A principal cautela é não confundir interesse com elegibilidade. O edital exige muito mais do que uma boa ideia. Exige empresa compatível, projeto robusto, parceria com ICT, contrapartida financeira e capacidade real de execução.


FONTES CITADAS NESTA MATÉRIA

Fontes primárias oficiais

  • Gov.br / ObrasGov — notícia oficial de 02/04/2026: “Mais Inovação Brasil abre novo edital para impulsionar tecnologias voltadas à Economia Circular e Cidades Sustentáveis”.

  • MDIC / Gov.br — notícia de 20/02/2026: “Finep abre inscrições para investimento de R$ 150 milhões em economia circular e projetos sustentáveis”.

  • Finep — página oficial da chamada: Rodada 2 — Economia Circular e Cidades Sustentáveis.

  • Finep — Anexo 1 da seleção pública: características específicas da chamada, linhas temáticas, arranjos, valores, contrapartidas, prazo e critérios.

  • Finep — apresentação oficial da chamada: características gerais, recursos disponíveis, TRLs, fluxo contínuo, participação de ICTs e prazo.

  • Finep — FAQ oficial da chamada: elegibilidade, exclusões, requisitos operacionais e orientações para empresas.

  • Finep — Condições Operacionais 2026: definição de subvenção econômica, recursos não reembolsáveis, contrapartida e operação por chamamento público.

  • Ministério da Fazenda — Nova Indústria Brasil: contexto da política industrial, previsão de R$ 300 bilhões até 2026 e instrumentos de apoio.

  • MDIC — Estratégia Nacional de Economia Circular / ENEC: Decreto nº 12.082/2024 e diretrizes de transição para economia circular.

  • MDIC — Estratégia BIM BR: Decreto nº 11.888/2024, BIM e transformação digital da construção.

  • Secom / Governo Federal — pacote de R$ 3,3 bilhões: anúncio de 13 editais de subvenção econômica alinhados à Nova Indústria Brasil.

Fonte secundária consultada para contexto

  • Finep — notícia institucional sobre ampliação de acesso de cooperativas ao financiamento para inovação.
    Uso editorial recomendado: apenas como contexto institucional, sem alterar a regra de elegibilidade desta chamada específica.

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Escrito por

Leandro Rodrigues (Sucatas.com)

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